Missa de 7º dia do camarada e amigo, Fernando Lemos

terça-feira, 25 de janeiro de 2011 · 0 comentários

Dia 27 de janeiro – Quinta-Feira
L
ocal: Igreja Nossa Senhora de Fátima – Bairro Novo

H
orário: 17 horas

Crônicas de Maviael Cavalcanti

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"Minha bike tem o nome de EXTINTOR"



Existem três formas de luta:

Uma, é a construção coletiva, onde as teses são fundamentadas, explanadas nas devidas etapas e direcionadas para onde se tem convicção, fortalecendo, sobretudo, os argumentos nas falas do adversário, até ceder um pouco, objetivando nessa etapa da guerra, uma vitória.

Lembrar sempre, que numa construção coletiva, às vezes temos que ceder, até certo limite.

Nem sempre conseguimos um caminho a ser direcionado através do diálogo restando apenas à força física, que é a pior opção. É imprescindível tentar até o último segundo, para não percorrer o caminho da violência, haja vista, ser a mesma, a pior opção, embora às vezes se faça necessário.

Se você exaustivamente tentou através da palavra e não obteve resultado, a coisa tende para a força física. O melhor a fazer é parar para uma análise do adversário.

Que tipo de força ele dispõe?

Se for a força do capital, a coisa tende a você perder no primeiro enfrentamento. O certo é não desistir e observar qual o campo que ele atua e se ao acertá-lo, quem vai ficar em situação de risco, poderá se unir ao inimigo, fazendo com que fique com menos força.

Vem então outro questionamento: Quais os seus pontos frágeis?

Talvez não precise levantar o braço para iniciar a batalha. O melhor nesse caso é poupar as energias, centrando as idéias naquilo que você tem como objetivo e esperar a melhor oportunidade para iniciar o confronto. Leve o inimigo a ficar aterrorizado com sua movimentação e não o deixe planejar.

Faça-o permanecer o tempo todo no campo do achismo, sem ter convicção do que você planeja.

Lembre-se do que disse um General que iniciou os primeiros fundamentos da Defesa Civil: “Não são os mais fortes que resistem a um evento adverso, mas os mais preparados”.

Utilize dois aliados que podem ser seus adversários: um é seu conhecimento Meteorológico, o outro, “As mulheres de Tejucupapo”. Sem arma de fogo e arma branca, venceram inimigos experientes, com água quente e pimenta. Segundo estudioso do assunto foi primeira Batalha Química que se tem conhecimento no mundo.

Faça com que ele fique igual ao KIKO, do programa de Televisão CHAVES: “Você me deixa louco!”. Aí o inimigo está no ponto.

Como se conter diante dessa confusão que vai ficar na sua cabeça? Focar, esperando só a hora do ataque. Você vai se sentir cansado, estressado e no limite de tomar uma decisão sem pensar nas conseqüências.

Fortalecer-se até no lazer, funcionando só como um relax, mas entendo que é a terceira forma de luta. A prática de um exercício faz com que saia do foco, sua mente momentaneamente sai do ambiente da luta. Quando isso acontecer, concentre-se, acredite no que está fazendo, estabeleça objetivos, procure sempre se superar e finalmente não ceda à preguiça ou qualquer pensamento que não acredita.

Claro que vou usar a palavra hibernar no sentido de ficar na toca, não no sentido que a palavra propriamente é. “Hibernar é passar o inverno em estado de repouso, sem vegetar, como os espórios, gomos e outras partem de certas plantas”.

Talvez esteja querendo saber o porquê do título BIKE, desse texto. Vou explicar: EXTINTOR é um dispositivo que é utilizado para apagar fogo e o que tem dentro de mim é uma energia que precisa ser contida, pelo menos no momento, hibernando.

É a essa BIKE que agradeço, pois através dela, toda a manhã faz longas caminhadas, preparando a forma física, o meu estado de espírito e o fortalecimento dos princípios que acredito. Posso até afirmar, que ela tornou-se nesses dias, a minha companheira inseparável.



* Maviael Cavalcanti é engenheiro civil, professor da escola de formação municipal do PCdoB e filiado ao partido em Olinda. E-mail: maviael@globo.com

Editorial do Vermelho: Enchentes - o descaso público que constrói o cenário do desastre

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011 · 0 comentários

Coluna: Por uma política democrática e progressista da Reforma Urbana
P
or:
Alexandre Alves


Solidarizo com o editorial. É preciso repensar as cidades, o desenvolvimento e o chamado progresso, é imprescindível respeitar as leis da natureza, não se invalida a lei da gravidade com decreto. “A natureza nunca erra e sim os homens” A natureza não realiza catástrofes, a razão é que é deficitária. Milhares de Km2 de terra foram encoberto por asfalto, milhares de m3 de concreto edificam as cidades, sem levar em conta a compensação da absorção das águas das chuvas, sem levar em consideração a compensação dos níveis de água represadas por cidades montadas em aterro de rios e mangues... . As pessoas que por questões de classe passam a morar em encosta e que estão sujeitas a serem soterradas por deslizamentos que é um processo da dinâmica geológica e natural onde se agrega outros fatores decorrentes de práticas incompatíveis com o meio, são questões que evidencia a importância e necessidade de uma Reforma Urbana democrática e progressista.


* Alexandre Sérgio Alves é professor de Matemática, Física e membro da direção PCdoB em Olinda. E-mail: alexandresaf@gmail.com

O Secretário estadual da SECTMA Marcelino Granja, prepara metas para os primeiros cem dias do ano

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Moradores da Região Metropolitana do Recife poderão ter acesso a uma internet de mais qualidade e com um custo mais baixo nos próximos meses. Pelo menos no que depender do novo secretário estadual de Ciência e Tecnologia, Marcelino Granja.

O gestor, engenheiro civil por formação, afirmou que as primeiras ações do Plano Estadual de Banda Larga devem ser concluídas nesse período. ´Essa é uma das nossas metas para os primeiros cem dias do ano. Depois, iremos expandir o projeto para o restante do estado`, adianta.

O secretário, que assumiu a pasta no dia 03 de janeiro, informa que a lista de prioridades da pasta para este início de ano inclui ações relativas ao Parqtel. ´Estamos trabalhando para agilizar a desapropriação de um terreno que será usado por uma fábrica de placas de energia solar. O protocolo de intenções foi assinado e a instalação só depende da liberação do terreno`, informa Marcelino Granja.

Além dessas ações, a secretaria de Ciência e Tecnologia irá ancorar suas ações nos projetos de inovação, tendo mais uma vez o Porto Digital como carro-chefe, e de interiorização tecnológica. ´O tempero local em relação à política nacional de tecnologia é justamente o conjunto de ações voltadas para as cidades do interior. Há mais quatros centros tecnológicos para sair do papel. Todos têm o papel de otimizar os arranjos produtivos locais`, defende o secretário.



Fonte: Diario de Pernambuco

Uma nova orla vai surgir em Olinda

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011 · 2 comentários

Prefeitura do município lança obra da orla marítima nesta sexta-feira (07), às 16h, na beira-mar de Casa Caiada.

Ano novo, nova orla! A Prefeitura Municipal de Olinda assina a ordem de serviço da obra que vai mudar a cara da cidade. O trabalho vai resgatar a orla marítima como belíssima atração natural da Cidade Patrimônio. Será nesta sexta-feira (07), às 16h, na beira-mar de Casa Caiada (por trás do Habib´s), com a presença do prefeito Renildo Calheiros, representantes da Secretaria de Obras do município e do Governo do Estado. Serão investidos 23 milhões, sendo 20 milhões provenientes do Ministério do Turismo e mais 3 milhões do Governo do Estado, para a revitalização e a urbanização das praias de Bairro Novo, Casa Caiada e Rio Doce.

Além de recuperar a faixa de terra à beira-mar, tentando conter o avanço das águas, as intervenções prevêem o resgate da área, tornando o espaço mais atrativo para moradores e turistas. Entre os serviços, a obra inclui a continuidade da via litorânea da praia de Rio Doce, do trecho que vai do flat Quatro Rodas até a ponte do Janga (limite com Paulista). Ainda no bairro de Rio Doce, todas as transversais que levam à praia serão pavimentadas. Vão ser construídos banheiros entre Bairro Novo e Casa Caiada, e uma ciclovia margeará toda a orla.

A intervenção a ser executada compreende obras de três naturezas distintas. São elas:

1. No trecho de 3,75 km, entre Bairro Novo e Casa Caiada (a partir da Rua Farias Neves Sobrinho até a Rua Joana D’Arc), serão executadas a implantação e requalificação da ciclovia, readequação da via e dos estacionamentos com travessias de pedestre, redutores de velocidade e sinalização viária, recuperação e implantação de mobiliários urbanos, de equipamentos de esporte e lazer, pista de Cooper, iluminação e banheiros.

2. No outro trecho de 2,5 km, entre Casa Caiada e Rio Doce (a partir da Rua Joana D’Arc até a Ponte do Janga), será implantada uma via litorânea com ciclovia, travessias de pedestre, redutores de velocidade, estacionamentos e sinalização viária. Neste trecho, também serão criados espaços de convivência e práticas esportivas, além da implantação de equipamentos de apoio e mobiliário urbano, banheiros, iluminação e paisagismo.

3. A terceira e última intervenção, essencial como elemento de sustentabilidade da urbanização, é a proteção para contenção do avanço do mar. A recomposição de 33 espigões (espécie de dique) de Bairro Novo já foi realizada.

Com 9 km de extensão, a reestruturação da orla de Olinda será um atrativo especial que, aliado ao Patrimônio Cultural da cidade, fortalecerá a atividade turística com grandes benefícios para a economia local, além de propiciar aos olindenses um lazer mais democrático e limpo.

Serviços que serão executados:

  • Readequação e abertura de vias;
  • Implantação de ciclovia;
  • Novos estacionamentos;
  • Travessia de pedestre em nível;
  • Redutores de velocidade;
  • Sinalização viária;
  • Recuperação e implantação de mobiliários urbanos;
  • Novos equipamentos de esporte e lazer;
  • Pista de Cooper;
  • Nova iluminação pública;
  • Quiosques com banheiros;
  • Projeto paisagístico;
  • Drenagem e Esgotamento sanitário;
  • Pavimentação das vias transversais;
  • Recomposição dos espigões (diques);
  • Barreiras de contenção do mar.


Reunião de Quadros

Agenda 65

Qual a sua avaliação sobre esses anos de gestão do PCdoB em Olinda?


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